Eu sou o taro que gentilmente entrelace os experimentos enquanto bailam na superfície e o tempo que diz quão duramente o tentam. Mas tentar não funciona - para viver e preciso fazer.Eles me temem, pois lhes digo o que escondem, nas profundezas das faces bem sucedidas dos jovens,
conto-lhes sobre cada canção, enterrada, e não cantada.
Cada olhar e cada calunia da língua, do inferno no qual estão lentamente deslizando.
Eu sou o taro, sou a razão e a verdade.
Eu sou a luz, que lhe indica o caminho a seguir.
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